Blu-Ray RC e Caetano Veloso e a música de Tom Jobim [2008]

CD:
1. Garota de Ipanema
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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1. Garota de Ipanema
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço, a caminho do mar

Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar

Ah, porque tudo é tão triste
Ah, porque estou tão sozinho
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
E também passa sozinha

Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor

© Jobim Music/Tonga (Universal Music Publishing MGB Brasil Ltda)

2. Wave
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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2. Wave
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Vou te contar
Os olhos já não podem ver
Coisas que só o coração pode entender
Fundamental é mesmo o amor
É impossível ser feliz sozinho...
O resto é mar
É tudo que não sei contar
São coisas lindas que eu tenho pra te dar
Vem de mansinho à brisa e me diz
É impossível ser feliz sozinho...
Da primeira vez era a cidade
Da segunda o cais e a eternidade...
Agora eu já sei
Da onda que se ergueu no mar
E das estrelas que esquecemos de contar
O amor se deixa surpreender
Enquanto a noite vem nos envolver...
Vou te contar...

© Jobim Music

3. Águas de março
(Antonio Carlos Jobim)
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3. Águas de março
(Antonio Carlos Jobim)

É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...

É um caco de vidro
É a vida é o sol
É a noite é a morte
É um laço é o anzol...

É peroba do campo
É o nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira...

É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira...

É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga é o vão
Festa da Cumeeira...

É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira...

É o pé é o chão
É a marcha estradeira
Passarinho na mão
Pedra de atiradeira...

É uma ave no céu
É uma ave no chão
É um regato é uma fonte
É um pedaço de pão...

É o fundo do poço
É o fim do caminho
No rosto um desgosto
É um pouco sozinho...

É um estrepe é um prego
É uma ponta é um ponto
É um pingo pingando
É uma conta é um conto...

É um peixe é um gesto
É uma prata brilhando
É a luz da manhã
É o tijolo chegando...

É a lenha é o dia
É o fim da picada
É a garrafa de cana
Estilhaço na estrada...

É o projeto da casa
É o corpo na cama
É o carro enguiçado
É a lama é a lama...

É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um resto de mato
Na luz da manhã...

São as águas de março
Fechando o verão
E a promessa de vida
No teu coração...

É uma cobra é um pau
É João é José
É um espinho na mão
É um corte no pé...

São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...

É pau é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho...

É um passo é uma ponte
É um sapo é uma rã
É um belo horizonte
É uma febre terçã...

São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...

-Pau, -Edra, -Im, -Inho
-Esto, -Oco, -Ouco, -Inho
-Aco, -Idro, -Ida, -Ol
-Oite, -Orte, -Aço, -Zol...

São as águas de março
Fechando o verão
É a promessa de vida
No teu coração...

© Jobim Music

4. Por toda a minha vida (Exaltação ao amor)
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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4. Por toda a minha vida (Exaltação ao amor)
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Minha bem amada
Quero fazer de um juramento uma canção
Eu prometo, por toda a minha vida
Ser somente teu e amar-te como nunca
Ninguém jamais amou, ninguém
Minha bem amada
Estrela pura, aparecida
Eu te amo e te proclamo
O meu amor, o meu amor
Maior que tudo quanto existe
Oh, meu amor
Oh, meu amor

© Fermata

5. Ela é carioca
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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5. Ela é carioca
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Ela é carioca
Ela é carioca
Basta o jeitinho dela andar
Nem ninguém tem carinho assim para dar

Eu vejo na cor dos seus olhos
As noites do Rio ao luar
Vejo a mesma luz, vejo o mesmo céu
Vejo o mesmo mar

Ela é meu amor, só me vê a mim
A mim que vivi para encontrar
Na luz do seu olhar
A paz que sonhei
Só sei que sou louco por ela
E pra mim ela é linda demais
E além do mais
Ela é carioca
Ela é carioca
Ela é carioca
Ela é carioca
Basta o jeitinho dela andar
Nem ninguém tem carinho assim para dar
Eu vejo na cor dos seus olhos
As noites do Rio ao luar
Vejo a mesma luz, vejo o mesmo céu
Vejo o mesmo mar
Ela é meu amor, só me vê a mim
A mim que vivi para encontrar
Na luz do seu olhar
A paz que sonhei
Só sei que sou louco por ela
E pra mim ela é linda demais
E além do mais
Ela é carioca
Ela é carioca

© Jobim Music/Tonga (Universal Music Publishing MGB Brasil Ltda)

6. Inútil paisagem
(Antonio Carlos Jobim - Aloyisio de Oliveira)
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6. Inútil paisagem
(Antonio Carlos Jobim - Aloyisio de Oliveira)

Mas pra que
Pra que tanto céu
Pra que tanto mar,
Pra que
De que serve esta onda que quebra
E o vento da tarde
De que serve a tarde
Inútil paisagem
Pode ser
Que não venhas mais
Que não venhas nunca mais
De que servem as flores que nascem
Pelo caminho
Se o meu caminho
Sozinho é nada
Pode ser
Que não venhas mais
Que não venhas nunca mais
De que servem as flores que nascem
Pelo caminho
Se o meu caminho
Sozinho é nada
É nada
É nada

© Jobim Music

7. Meditação
(Antonio Carlos Jobim - Newton Mendonça)
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7. Meditação
(Antonio Carlos Jobim - Newton Mendonça)

Quem acreditou
No amor, no sorriso, na flor
Então sonhou, sonhou
E perdeu a paz
O amor, o sorriso e a flor
Se transformam depressa demais

Quem, no coração
Abrigou a tristeza de ver
Tudo isto se perder
E, na solidão
Procurou um caminho e seguiu
Já descrente de um dia feliz

Quem chorou, chorou
E tanto que o seu pranto já secou

Quem depois voltou
Ao amor, ao sorriso e à flor
Então tudo encontrou
Pois, a própria dor
Revelou o caminho do amor
E a tristeza acabou
Quem depois voltou
Ao amor, ao sorriso e à flor
Então tudo encontrou
Pois, a própria dor
Revelou o caminho do amor
E a tristeza acabou

© Jobim Music/ Caetano Veloso gentilmente cedido por Universal Music Brasil

8. Caminho de pedra
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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8. Caminho de pedra
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Velho caminho por onde passou
Carro de boi, boiadeiro gritando ô ô
Velho caminho por onde passou
O meu carinho chamando por mim ô ô

Caminho perdido na serra
Caminho de pedra onde não vai ninguém
Só sei que hoje tenho em mim
Um caminho de pedra no peito também

Hoje sozinho não sei pra onde vou
É o caminho que vai me levando ô ô

© Fermata

9. O que tinha de ser
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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9. O que tinha de ser
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Porque foste na vida
A última esperança
Encontrar-te me fez criança
Porque já eras meu
Sem eu saber sequer
Porque és o meu homem
E eu tua mulher.

Porque tu me chegaste
Sem me dizer que vinhas
E tuas mãos foram minhas com calma
Porque foste em minh'alma
Como um amanhecer
Porque foste o que tinha de ser

© Jobim Music/Tonga (Universal Music Publishing MGB Brasil Ltda)

10. Surfboard (instrumental)
(Antonio Carlos Jobim)
11. Insensatez
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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11. Insensatez
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Ah, que insensatez hiciste tú
Corazón más sin cuidado
Por un gran dolor lloro tu amor
Un amor tan delicado
Ah, porque razón hacer sufrir
Quien sólo amor te ha dado
Ah, mi corazón sólo hace así
Quien no sabe se amado
Va mi corazón dile a tu amor
Que tú estás arrepentido
Que lo que pasó fue insensatez
Y que ahora has comprendido
Va mi corazón y con amor
Sincero, apasionado
Va pide perdón pues por amor
Uno siempre es perdonado
Vai, meu coração pede perdão
Perdão apaixonado
Vai porque quem não
Pede perdão
Não é nunca perdoado

© Jobim Music/Tonga (Universal Music Publishing MGB Brasil Ltda)

12. Por causa de você
(Antonio Carlos Jobim - Dolores Duran)
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12. Por causa de você
(Antonio Carlos Jobim - Dolores Duran)

Ah, você está vendo só
Do jeito que eu fiquei
E que tudo ficou
Uma tristeza tão grande
Nas coisas mais simples
Que você tocou
A nossa casa querida
Já estava acostumada
Guardando você
As flores na janela
Sorriam, cantavam
Por causa de você
Olhe meu bem nunca mais
Nos deixe por favor
Somos a vida e o sonho
Nós somos o amor
Entre meu bem por favor
Não deixe o mundo mau levá-la outra vez
Me abrace simplesmente
Não fale, não lembre
Não chore meu bem

© Jobim Music

13. Ligia
(Antonio Carlos Jobim)
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13. Ligia
(Antonio Carlos Jobim)

Eu nunca sonhei com você
Nunca fui ao cinema
Não gosto de samba
Não vou a Ipanema
Não gosto de chuva
Nem gosto de sol
E quando eu lhe telefonei
Desliguei, foi engano
O seu nome eu não sei
Esqueci no piano
As bobagens de amor
Que eu iria dizer
Lígia, Lígia

Eu nunca quis tê-la ao meu lado
Num fim de semana
Um chope gelado
Em Copacabana
Andar pela praia até o Leblon
E quando eu me apaixonei
Não passou de ilusão
O seu nome eu rasguei
Fiz um samba-canção
Das mentiras de amor
Que aprendi com você
Lígia, Lígia

E quando você me envolver
Nos seus braços serenos
Eu vou me render
Mas seus olhos morenos
Me metem mais medo
Que um raio de sol
Lígia, Lígia

© Jobim Music

14. Corcovado
(Antonio Carlos Jobim)
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14. Corcovado
(Antonio Carlos Jobim)

Num cantinho um violão
Este amor numa canção
Pra fazer feliz a quem se ama
Muita calma pra pensar
E ter tempo pra sonhar
Da janela vê-se o Corcovado
O Redentor, que lindo

Quero a vida sempre assim
Com você perto de mim
Até o apagar da velha chama
E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade
Meu amor
Quero a vida sempre assim
Com você perto de mim
Até o apagar da velha chama
E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade
Meu amor

© Jobim Music

15. Samba do avião
(Antonio Carlos Jobim)
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15. Samba do avião
(Antonio Carlos Jobim)

Minha alma canta
Vejo o Rio de Janeiro
Estou morrendo de saudade
Rio, teu mar, praias sem fim
Rio, você foi feito pra mim

Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro,
Rio de Janeiro

Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós
Aterrar

© Jobim Music

16. Eu sei que vou te amar / Soneto da fidelidade
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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16. Eu sei que vou te amar / Soneto da fidelidade
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida, eu vou te amar
Em cada despedida, eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida

Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida

E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
De tudo, meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor que tive :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure

© Fermata

Soneto de fidelidade
(Vinicius de Moraes)

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure

© Tonga (Universal MGB)

17. Tereza da praia
(Antonio Carlos Jobim - Billy Blanco)
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17. Tereza da praia
(Antonio Carlos Jobim - Billy Blanco)

Roberto: Caetano
Caetano: Sim
Roberto: Arranjei novo amor no Leblon
Que corpo bonito
Que pele morena
Que amor de pequena
Amar é tão bom
Caetano: Tão bom... Roberto
Roberto: Diga lá bicho
Caetano : Ela tem um nariz levantado
Os olhos verdinhos
Bastante puxados
Cabelo castanho
Roberto: E uma pinta do lado...
Caetano : É a minha Tereza da praia
Roberto: Se ela é tua, ela é minha também
Caetano : O verão passou todo comigo
Roberto: O inverno, pergunta com quem
OS DOIS: Então vamos
A Tereza da praia deixar
Aos beijos do sol
E abraços do mar
Teresa é da praia
Não é de ninguém
Roberto: Não pode ser tua
Caetano: Nem tua também
É... essa Tereza a gente tem que olhar direitinho né, por que tá... Tem que pensar muito Ela é a minha Tereza da praia
Roberto: Se ela é tua, ela é minha também
Caetano : O verão passou todo comigo
Roberto: Mas o inverno, pergunta com quem
OS DOIS: Então vamos
A Tereza da praia deixar
Aos beijos do sol
E abraços do mar
Tereza é da praia
Caetano:Não é de ninguém
Roberto: Não pode ser tua
Caetano:Nem minha também
OS DOIS:Tereza é da praia, não é de ninguém

© Euterpe

18. Chega de saudade
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)
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18. Chega de saudade
(Antonio Carlos Jobim - Vinicius de Moraes)

Vai minha tristeza
E diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece
Que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade
É que sem ela não há paz
Não há beleza
É só tristeza
E a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim, não sai

Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca

Dentro dos meus braços
Os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim
Colado assim
Calado assim
Abraços e beijinhos
E carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Chega de saudade
A realidade
É que sem ela não há paz
Não há beleza
É só tristeza
E a melancolia
Que não sai de mim
Não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca

Dentro dos meus braços
Os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim
Colado assim
Calado assim
Abraços e beijinhos
E carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio
De viver longe de mim
Não quero mais esse negócio
De você viver sem mim
Vamos deixar esse negócio
De viver longe mim
Vamos deixar desse negócio
De você longe mim
Não quero mais esse negócio
De você

© Fermata